tinha medo de Clarice Lispector.
Não da Clarice, mas da Lispector:
minha alma era miúda como eu mesmo.
O tempo passou, Clarice sumiu;
A alma cresceu, Lispector cedeu.
Mas no coração a dor dela não coube
E eu morri, sem saber o que houve...
11/02/2007
* Jorge Rodrigues *
Nenhum comentário:
Postar um comentário