e o farol se ressente
no clarão da melancolia.
Sofre por lembranças,
dorme sem esperanças:
a morte sempre o alcança…
Agora lá onde dorme o vento
a prata já não cobre o mar,
pois é o ouro agora a cantar.
Mas não tarda a alegria
por de novo girar a roda,
que por ser roda, rola:
Deita a noite sobre o dia
e assim renasce o farol
na eterna morte do sol.
17/05/2007
* Jorge Rodrigues *
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