quinta-feira, 17 de maio de 2007

O OBSERVADOR DO MEIO DA PONTE:

Os carros passam! Não sei nem a marca!
O vento burocrático quer derrubar motos!
E o mar tão calmo!

A fumaça da fábrica de ferro fuzila!
O morro da fé me lembra índios mortos!
E o mar tão doce!

Não tem ferry-boat! Mas o rebocador...
Ainda assim a espuma é admirável branca.
E o mar tão perto!

Oh! Jurema! Que curva me apontas?
No Shopping, ninguém se encontra.
Mas o mar!...

11/02/2007

* Jorge Rodrigues *

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